Obrigado Borges. Obrigado também a muitos outros, a todos os outros. Dizer nomes é menos que aquilo que quero.
Quem talhou os silhares da catedral? Quem compôs as canções de trabalhar, ou as canções de embalar? Quem desenhou o aleph? Ninguém sabe todos os nomes, dizer nomes não importa.
E contudo, criar foi o primeiro acto de liberdade.
Partilhar os gestos criativos só pode ser bom.
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
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